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sábado, 18 de abril de 2009

Marca o que o coração não sente os olhos não vêem

Resenha Critica Sobre o Livro

Marca
o que o coração não sente os olhos não vêem

Primeiramente falarei sobre o autor Stalimir Vieira

Stalimir Vieira,
publicitário e escritor brasileiro. Tem passagens pela DPZ, W/Brasil e Bates São Paulo, além de ter sido diretor de criação da DDB Argentina. É membro do Conselho de Ética do CONAR, e foi diretor da Associação dos Profissionais de Propaganda (APP) e da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap). Assina colunas em vários veículos. Autor de dois livros: Raciocínio Criativo na Publicidade e Marca: o que o coração não sente os olhos não vêem, além de ser co-autor do livro Propaganda: profissionais ensinam como se faz. Atualmente é professor de criação da ESPM e proprietário da agência Stalimir Marketing Político. Fonte Wikipédia.

Em seu livro “Marca, o que o coração não sente, os olhos não vêem”, o publicitário Stalimir Vieira diz que o comportamento ético é o mais poderoso formador da imagem de uma marca. Acrescenta também que só o tempo traz a confiança, pois toda marca é prisioneira da imagem que o tempo lhe dá. Em um trecho do livro ele deixa isso bem enfatizado: “A publicidade não deve ser vista como uma cartola de mágico, de onde se extraiam méritos que não temos. A publicidade não complementa, não remenda, não agrega valor ao produto ou ao serviço anunciado. A publicidade não faz nada sozinha e só funciona quando tem como missão enaltecer qualidades reais. Se não houver satisfação, a publicidade fracassa. E o fracasso da publicidade tem o dobro do peso do seu sucesso. Porque é percebido como mentira. Quando digo que o sucesso da publicidade é absolutamente dependente da satisfação do consumidor, quero deixar bem claro que, enquanto a satisfação do consumidor não tem nada a ver com a publicidade, a insatisfação do consumidor, sim, tem tudo a ver com ela”, enfatiza Stalimir.
As marcas estão tão presentes no cotidiano que é preciso muito pouco para reconhecê-las; um minuto de atenção já é o suficiente para associar a idéia ao produto. A comunicação tem este poder sim, de recontar histórias, de inventar conceitos, recriar emoções e sonhos, às vezes quase impossíveis.
O autor destaca que o livro não se trata de marketing, e sim de uma reflexão.
Este livro tem reflexões sobre marketing. Ótimas idéias, descritas de maneira simples. Lições argutas, enriquecedoras, importantes. Mas o livro fala também de ética. Stalimir: "É preciso compreender que a publicidade não pode ser vista como uma cartola de mágico, de onde se extraem méritos que não temos. A publicidade não complementa, não remenda, não agrega valor ao produto ou serviço anunciado. A publicidade não faz nada sozinha e só funciona quando tem como missão enaltecer qualidades reais. O sucesso da publicidade é absolutamente dependente da satisfação do consumidor. Se não houver satisfação, a publicidade fracassa. E o fracasso da publicidade tem o dobro do peso do seu sucesso. Porque é percebido como mentira. Quando digo que o sucesso da publicidade é dependente da satisfação do consumidor quero dizer que enquanto a satisfação do consumidor não tem nada a ver com a publicidade, a insatisfação do consumidor tem tudo a ver com ela ".
Esse livro começa com as lembranças do autor na infância, mas isso pode ser visto como o intuito de questionar. O interresante é que o autor chega até citar o Rousseau.
Ele, o autor chega a se comprar com os marqueteiros, por que tentam buscar uma solução rápida, sem questionamento e sem ética. O autor prossegue com uma campanha para gerar atenção para a marca: uma campanha de doação de cobertores. Todas estas soluções adquiridas pelos marqueteiros são, ao curto prazo, de resultado. No entanto, em longo prazo, a hesitação em decisões e estratégias de marketing, prejudica na formação da marca.
Contudo o livro nos remete a fazer uma reflexão sobre o simbolismo das marcas, a influenciar a tomada de decisões pelas pessoas, apelando-se aos instintos e características humanas, básicas, fazendo assim concluir em ações impulsivas e compulsivas de qualquer maneira.

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