Campanhas Eleitorais 2008
Este ano tivemos eleições para vereadores e prefeitos, e em decorrência disso as campanhas eleitorais foram bastantes e muitas vezes significativas e outras nem tanto. Mas, diante da realidade, o que vemos são pessoas simples tentando ter um cargo, como o de um vereador, mas tendo sua campanha embasada através de outras pessoas, por exemplo, o Joãozinho da Maria, o monstrinho da prefeitura (obs. nomes todos fictícios).
Mas por quê? Por que essas pessoas? Por que da candidatura? Tantas perguntas, que ficamos em dúvida nas respostas. Temos em mente que elas tentam ganhar alguma coisa com as candidaturas. Mas será que vale a pena se mostrar assim para a população, fazer coisa errada e depois dar uma de santinho?
A política, no seu termo, relaciona-se à cidade - Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana. No Brasil, essa politica se estende às eleições democráticas, usando da democracia, sendo o voto secreto e direto que escolhe aquele candidato que queremos. Dessa forma, as consequências dessa escolha é totalmente de cada cidadão, sendo ele o reponsável pelo futuro de sua cidade e de seu país.
Mas o que tem nessas eleições brasileiras é de se envergonhar, pois até nos horários políticos, que são exibidos através dos meios de comunicação, passa a ser um momento humorístico, sendo de tanta “palhaçada” e “lorotas”, que damos risadas. Há candidatos que julgam que, através do nome do pai ou da mãe, podem ganhar uma eleição. Também através de músicas que contagiam as pessoas, mas o povo brasileiro não se sente mais da mesma forma que no passado, pois é um povo mais atuante, mas ainda não politizado.
Contudo, a campanha política foi, é e sempre será marcada pelos candidatos sérios. Com outros nem tantos. Através dos nomes e de “bagunça” acham que vão ganhar as eleições. Uma eleição deve ser marcada por pensamentos ideológicos, ter conhecimentos dos problemas dos cidadões e saber como falar. Têm que dar essa certeza, que vão melhorar as condições do povo. Mas o papel tanto do jornalista quanto do político é trabalhar para o povo e nunca contra ele.
Este ano tivemos eleições para vereadores e prefeitos, e em decorrência disso as campanhas eleitorais foram bastantes e muitas vezes significativas e outras nem tanto. Mas, diante da realidade, o que vemos são pessoas simples tentando ter um cargo, como o de um vereador, mas tendo sua campanha embasada através de outras pessoas, por exemplo, o Joãozinho da Maria, o monstrinho da prefeitura (obs. nomes todos fictícios).
Mas por quê? Por que essas pessoas? Por que da candidatura? Tantas perguntas, que ficamos em dúvida nas respostas. Temos em mente que elas tentam ganhar alguma coisa com as candidaturas. Mas será que vale a pena se mostrar assim para a população, fazer coisa errada e depois dar uma de santinho?
A política, no seu termo, relaciona-se à cidade - Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana. No Brasil, essa politica se estende às eleições democráticas, usando da democracia, sendo o voto secreto e direto que escolhe aquele candidato que queremos. Dessa forma, as consequências dessa escolha é totalmente de cada cidadão, sendo ele o reponsável pelo futuro de sua cidade e de seu país.
Mas o que tem nessas eleições brasileiras é de se envergonhar, pois até nos horários políticos, que são exibidos através dos meios de comunicação, passa a ser um momento humorístico, sendo de tanta “palhaçada” e “lorotas”, que damos risadas. Há candidatos que julgam que, através do nome do pai ou da mãe, podem ganhar uma eleição. Também através de músicas que contagiam as pessoas, mas o povo brasileiro não se sente mais da mesma forma que no passado, pois é um povo mais atuante, mas ainda não politizado.
Contudo, a campanha política foi, é e sempre será marcada pelos candidatos sérios. Com outros nem tantos. Através dos nomes e de “bagunça” acham que vão ganhar as eleições. Uma eleição deve ser marcada por pensamentos ideológicos, ter conhecimentos dos problemas dos cidadões e saber como falar. Têm que dar essa certeza, que vão melhorar as condições do povo. Mas o papel tanto do jornalista quanto do político é trabalhar para o povo e nunca contra ele.
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