
O vírus da gripe suína clássico foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Também denominda gripe mexicana, ou simplemente uma nova gripe, influenza suína, é uma doença infectocontagiosa causada pela mutação do vírus H1N1. A forma de transmissão ocorre apenas entre humanos, não há por contato de animais.
Uma vez que o vírus é exposto ao calor, ele fica inativo, por isso o consumo de carne de porco não acarreta a doença. Depois de muitas suspeitas no México, a Organização Mundial de Saúde declarou que a doença é uma “emergência na saúde pública internacional” com grandes chances de tornar-se uma pandemia (epidemia mundial).
A gripe H1N1 2009 é uma doença causada por um vírus que pode atacar humanos, através das vias áreas, contato direto com o infectado, ou indireto através das mãos com objetos contaminados. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos, nem pelo contato com os porcos. Cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói quaisquer microorganismos.
Assim como a gripe humana comum, a suína, apresenta os seguintes sintomas: febre, cansaço, fadiga, dores pelo corpo, tosse e ainda diarreia ou vômitos.
Uma grande dor de cabeça com a polêmica que os criadores de porcos querem mudar o nome da doença de gripe suína, para mexicana, devido ao surto da doença ter ocorrido no México. Eles reinvidicam que o nome deve ser mudado pois os criadores temem que haja impacto negativo nas vendas de carne de porco, embora já seja certo de que o consumo de carne suína não transmite a doença.
Para evitar que a suinocultura sofra prejuízos ao ser associada a esta doença, a comissária de saúde da União Européia, Androulla Vassiliou, declarou que o seu nome poderia ser alterado para "Nova gripe."
Existe uma vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizada pelos humanos. A vacina destinada à prevenção da "gripe convencional" oferece pouca ou nenhuma proteção contra o vírus H1N1.
"Há duas linhas de medicamentos. Uma delas, a amantadina, impede a entrada do vírus nas células humanas. A outra, de medicamentos como o Tamiflu [oseltamivir], tenta barrar a saída do vírus de uma célula quando ele tenta infectar outras", explica a bióloga da USP Atila Lamarino.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde,a doença está perto de um surto mundial que pode não ter controle se não ter soluções mais rápidas e objetivas. Cabe o cuidado e a atenção de todos o seres humanos que vão ou que chegam dos países contaminados
Uma vez que o vírus é exposto ao calor, ele fica inativo, por isso o consumo de carne de porco não acarreta a doença. Depois de muitas suspeitas no México, a Organização Mundial de Saúde declarou que a doença é uma “emergência na saúde pública internacional” com grandes chances de tornar-se uma pandemia (epidemia mundial).
A gripe H1N1 2009 é uma doença causada por um vírus que pode atacar humanos, através das vias áreas, contato direto com o infectado, ou indireto através das mãos com objetos contaminados. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos, nem pelo contato com os porcos. Cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói quaisquer microorganismos.
Assim como a gripe humana comum, a suína, apresenta os seguintes sintomas: febre, cansaço, fadiga, dores pelo corpo, tosse e ainda diarreia ou vômitos.
Uma grande dor de cabeça com a polêmica que os criadores de porcos querem mudar o nome da doença de gripe suína, para mexicana, devido ao surto da doença ter ocorrido no México. Eles reinvidicam que o nome deve ser mudado pois os criadores temem que haja impacto negativo nas vendas de carne de porco, embora já seja certo de que o consumo de carne suína não transmite a doença.
Para evitar que a suinocultura sofra prejuízos ao ser associada a esta doença, a comissária de saúde da União Européia, Androulla Vassiliou, declarou que o seu nome poderia ser alterado para "Nova gripe."
Existe uma vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizada pelos humanos. A vacina destinada à prevenção da "gripe convencional" oferece pouca ou nenhuma proteção contra o vírus H1N1.
"Há duas linhas de medicamentos. Uma delas, a amantadina, impede a entrada do vírus nas células humanas. A outra, de medicamentos como o Tamiflu [oseltamivir], tenta barrar a saída do vírus de uma célula quando ele tenta infectar outras", explica a bióloga da USP Atila Lamarino.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde,a doença está perto de um surto mundial que pode não ter controle se não ter soluções mais rápidas e objetivas. Cabe o cuidado e a atenção de todos o seres humanos que vão ou que chegam dos países contaminados
Um comentário:
Bióloga da USP? AHAHHA Coitado do Átila...
http://scienceblogs.com.br/rainha/2009/11/divulgando_ciencia_por_ai.php
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