
O jornalismo há décadas vem se modificando e aspectos tão simples como fontes, imparcialidades, censuras vêm sendo violadas e “quebradas” às claras e quase ninguém percebe. Umas das coisas que se aprende em quatro anos de faculdade, que hoje você não precisa de diploma para ser jornalista, é que os profissionais devem ter ética em tudo que se realizam.
Como estamos em período eleitoral à última pérola do jornalismo foi neste domingo (26/09), quando O Estado de São Paulo, um dos jornais mais respeitados no Brasil, assumiu publicamente, com a publicação de um editorial, partidarismo eleitoreiro.
Nesse editorial “O mal a evitar”, o jornal mostrou a claras que apóia o candidato tucano José Serra (PSDB) a presidente do país. O autor desse justifica com pontos de vista que levaram o jornal a optar por tal candidato. Mas o jornal só veio a se declarar sua opção partidária depois de vários ataques do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que na visão deles, ele, o presidente, criticou novamente a imprensa com alegações e difamações quanto à credibilidade jornalística, isso nos remete ao diploma também, pois credibilidade e ética se aprendem em uma faculdade, em quatro anos.
A imprensa, no geral, sentiu e tomou as dores. Folha, Veja e Época também condenaram os ataques e a posição do atual presidente em divulgar uma possível regulamentação da imprensa em um futuro próximo.
O que podemos relatar que essa ação do Estadão mexe com um das coisas mais importantes dentro das regras do jornalismo, a imparcialidade. Contudo se olharmos para outro lado veremos uma nova democracia, onde os meios de comunicação se desabafarão suas infelicidades diante de um governo e suas posições.
Como estamos em período eleitoral à última pérola do jornalismo foi neste domingo (26/09), quando O Estado de São Paulo, um dos jornais mais respeitados no Brasil, assumiu publicamente, com a publicação de um editorial, partidarismo eleitoreiro.
Nesse editorial “O mal a evitar”, o jornal mostrou a claras que apóia o candidato tucano José Serra (PSDB) a presidente do país. O autor desse justifica com pontos de vista que levaram o jornal a optar por tal candidato. Mas o jornal só veio a se declarar sua opção partidária depois de vários ataques do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que na visão deles, ele, o presidente, criticou novamente a imprensa com alegações e difamações quanto à credibilidade jornalística, isso nos remete ao diploma também, pois credibilidade e ética se aprendem em uma faculdade, em quatro anos.
A imprensa, no geral, sentiu e tomou as dores. Folha, Veja e Época também condenaram os ataques e a posição do atual presidente em divulgar uma possível regulamentação da imprensa em um futuro próximo.
O que podemos relatar que essa ação do Estadão mexe com um das coisas mais importantes dentro das regras do jornalismo, a imparcialidade. Contudo se olharmos para outro lado veremos uma nova democracia, onde os meios de comunicação se desabafarão suas infelicidades diante de um governo e suas posições.
Leiam Mais: http://www.adnews.com.br/artigos/108943.html
Nenhum comentário:
Postar um comentário